Inominável sagt:
bom
Inominável sagt:
vou voltar à correcção da tese
SAT sagt:
força
Inominável sagt:
só vou na página 260 e anda faltam mais de 300
SAT sagt:
pois... é o que dá escrever muito
Inominável sagt:
pois
Inominável sagt:
mas só agora é que reparei
Inominável sagt:
quando estava a escrever sempre tinha vontade demais
Inominável sagt:
taradona da escrita, é o que é!
SAT sagt:
é um vício... eu sei
Inominável sagt:
o que fazer?
Inominável sagt:
eu sei que terapia nestes dias já é uma coisa normal, mas tenho vergonha
Inominável sagt:
e se descobrem?
SAT sagt:
eu posso falar com um gajo que arranja umas lentes de contacto que dão a impressão que a pessoa vê mas tiram a visão ao utilzador... assim já não pode Escrever e ninguém desconfia
Inominável sagt:
obrigada
Inominável sagt:
sempre o mesmo amigo
SAT sagt:
sim, um verdadeiro anjo, um amor de bicho e um companheiro inseparável
SAT sagt:
ou seja um cão
quantidade máxima de vapor de água que o ar pode conter, a uma determinada temperatura
quinta-feira, junho 29, 2006
Non, Je Ne Regrette Rien
Non, Rien De Rien, Non, Je Ne Regrette Rien
Ni Le Bien Qu'on M'a Fait, Ni Le Mal
Tout Ça M'est Bien Egal
Non, Rien De Rien, Non, Je Ne Regrette Rien
C'est Payé, Balayé, Oublié, Je Me Fous Du Passé
Avec Mes Souvenirs J'ai Allumé Le Feu
Mes Chagrins, Mes Plaisirs,
Je N'ai Plus Besoin D'eux
Balayé Les Amours Avec Leurs Tremolos
Balayé Pour Toujours
Je Reparts a Zéro
Non, Rien De Rien, Non, Je Ne Regrette Rien
Ni Le Bien Qu'on M'a Fait, Ni Le Mal
Tout Ça M'est Bien Egal
Non, Rien De Rien, Non, Je Ne Regrette Rien
Car Ma Vie, Car Mes Joies
Aujourd'hui Ça Commence Avec Toi
(cantado por Édit Piaff)
Ni Le Bien Qu'on M'a Fait, Ni Le Mal
Tout Ça M'est Bien Egal
Non, Rien De Rien, Non, Je Ne Regrette Rien
C'est Payé, Balayé, Oublié, Je Me Fous Du Passé
Avec Mes Souvenirs J'ai Allumé Le Feu
Mes Chagrins, Mes Plaisirs,
Je N'ai Plus Besoin D'eux
Balayé Les Amours Avec Leurs Tremolos
Balayé Pour Toujours
Je Reparts a Zéro
Non, Rien De Rien, Non, Je Ne Regrette Rien
Ni Le Bien Qu'on M'a Fait, Ni Le Mal
Tout Ça M'est Bien Egal
Non, Rien De Rien, Non, Je Ne Regrette Rien
Car Ma Vie, Car Mes Joies
Aujourd'hui Ça Commence Avec Toi
(cantado por Édit Piaff)
terça-feira, junho 27, 2006
Modernidade
Ser ou não ser
já não é a questão.
Multiplicaram-se as possibilidades
dos príncipes da modernidade:
quase ser
também ser
porém ser
ser e não ser.
Foi assim (curta-metragem 2)
não havia nele nada de especial. ela também não era especial. duas almas vazias frente ao precipício. felizes.
um encontro de dois pares de olhos vendados, felizes de se encontrarem sem se verem... a visão seria inútil. ninguém se vê. ninguém nunca se vê.
havia muitos copos de vinho tinto vazios sobre a mesa. nada neles era especial, excepto o anonimato e a liberdade do anonimato numa cidade grande, tão grande, tão grande. nada excepto o gosto do anonimato. e a fealdade.
mas eram almas felizes embriagadas, pintadas a tinto na esplanada do bar, que tinha aquele nome elegível e comidas com nomes ilegíveis e bebidas de nomes ilegíveis. nada de especial, naquela cidade grande, tão grande como a extansão das palavras naquela língua.
dois pares de pernas e de braços e de abraços desconhecidos numa cidade grande. o desejo da pequenez do quarto. o desejo da pequenez do sexo. o desejo de um vazio com significado. o desejo de um grande vazio, rodeado de nada a toda a volta, ilha-vácuo de uma cidade grande desconhecida e apertada.
eram só duas bocas numa cidade que se falavam entre si. e os braços daquelas bocas enterravam-se na noite que se abria.
nada de especial. nem lindo. só o encontro de dois estrangeiros numa terra estranha. as entranhas abertas.
um encontro de dois pares de olhos vendados, felizes de se encontrarem sem se verem... a visão seria inútil. ninguém se vê. ninguém nunca se vê.
havia muitos copos de vinho tinto vazios sobre a mesa. nada neles era especial, excepto o anonimato e a liberdade do anonimato numa cidade grande, tão grande, tão grande. nada excepto o gosto do anonimato. e a fealdade.
mas eram almas felizes embriagadas, pintadas a tinto na esplanada do bar, que tinha aquele nome elegível e comidas com nomes ilegíveis e bebidas de nomes ilegíveis. nada de especial, naquela cidade grande, tão grande como a extansão das palavras naquela língua.
dois pares de pernas e de braços e de abraços desconhecidos numa cidade grande. o desejo da pequenez do quarto. o desejo da pequenez do sexo. o desejo de um vazio com significado. o desejo de um grande vazio, rodeado de nada a toda a volta, ilha-vácuo de uma cidade grande desconhecida e apertada.
eram só duas bocas numa cidade que se falavam entre si. e os braços daquelas bocas enterravam-se na noite que se abria.
nada de especial. nem lindo. só o encontro de dois estrangeiros numa terra estranha. as entranhas abertas.
domingo, junho 25, 2006
quinta-feira, março 02, 2006
quarta-feira, fevereiro 08, 2006
De onde vens?
... que não te vejo. não sei o que andas a fazer em mim, entrando sem previsões. e hoje não me apetecia nada estar triste. não me apetecia ter que chorar. sempre há pessoas perto, corpos à minha volta e a minha humilhação liquidificada só serve de purgante para eles...
de onde chegaste? do fim-de-semana inseguro? do trabalho tão interminável que passará a data de validade? do meu olhar para tudo com os olhos escuros? do meu desemprego?
"tu eres la llave de vuelta y media, la una la que abre, la media la que cierra" (José Mercé)
de onde chegaste? do fim-de-semana inseguro? do trabalho tão interminável que passará a data de validade? do meu olhar para tudo com os olhos escuros? do meu desemprego?
"tu eres la llave de vuelta y media, la una la que abre, la media la que cierra" (José Mercé)
terça-feira, fevereiro 07, 2006
O beijo (curta-metragem 1)
... e foi quando eu voltei a cabeça e voltei a ver tudo. tudo outra vez. devagar. ele agarrava-a contra a parede e eu vi tudo. beijou-a num beijo mutuamente consentido. sim, vi. e doeu uma dor pequenina e alcoolizada, embrulhada em analgésico etílico ... e depois acabou. não era possível continuar a brincar porque sentiamos que era um jogo masoquista.
... pergunto-me há quanto tempo ela estará apaixonada por ele. como me suportará. como conseguirá fingir que suporta o que digo e faço. pergunto-me se não seria capaz de lhe arrancar todos os cabelos...
... e volto a ver tudo. outra vez. ele agarra-a contra a parede. outra vez. na minha cabeça todos os dias vejo aquele beijo consentido... que eu terei provocado, pensando que o analgésico funcionaria para lá da consciência, do sentimento, da visão material, dos factos... depois acabou.
... pergunto-me se vale a pena brincar assim... às escuras... dentro de mim sem saber durante quanto tempo vai doer. pergunto-me se não era capaz de sair pela rua a distribuir beijos... pergunto-me se vai doer menos quando deixar de o amar... e forem ambos pó.
volto a ver tudo e fecho os olhos.... mas estou sóbria. ainda dói. e ele ainda a beija contra a parede.
... pergunto-me há quanto tempo ela estará apaixonada por ele. como me suportará. como conseguirá fingir que suporta o que digo e faço. pergunto-me se não seria capaz de lhe arrancar todos os cabelos...
... e volto a ver tudo. outra vez. ele agarra-a contra a parede. outra vez. na minha cabeça todos os dias vejo aquele beijo consentido... que eu terei provocado, pensando que o analgésico funcionaria para lá da consciência, do sentimento, da visão material, dos factos... depois acabou.
... pergunto-me se vale a pena brincar assim... às escuras... dentro de mim sem saber durante quanto tempo vai doer. pergunto-me se não era capaz de sair pela rua a distribuir beijos... pergunto-me se vai doer menos quando deixar de o amar... e forem ambos pó.
volto a ver tudo e fecho os olhos.... mas estou sóbria. ainda dói. e ele ainda a beija contra a parede.
sexta-feira, setembro 23, 2005
Um ponto que se movimenta... para a Tunísia
É verdade... vou para lá... incompleta porque sozinha e a sonhar com o espaço na cama que ocupava ao lado dele. Como a Tunísia fica longe dos teus sonhos...
terça-feira, setembro 06, 2005
um ponto a definhar
Um dia vou querer ser optimista e feliz, porque já não posso ser assim... é demasiado cansativo fingir. voltar para casa a sorrir e fazer todos acreditarem que estamos em paz com o mundo quando não acreditamos que exista nada com esse nome.
O amor é uma solução temporária com demasiados efeitos secundários: julgamo-nos curados mas o mal evoluiu. é quando o remédio em disfarce vai embora que descobrimos que fomos enganados... mais uma vez enganados. mais uma vez fodidos à socapa...
O amor é uma solução temporária com demasiados efeitos secundários: julgamo-nos curados mas o mal evoluiu. é quando o remédio em disfarce vai embora que descobrimos que fomos enganados... mais uma vez enganados. mais uma vez fodidos à socapa...
quinta-feira, agosto 25, 2005
um ponto de exclamação
Com tanto palavreado inútil que enche os blogues nossos de cada dia, não seria de esperar uma certa contenção na forma como as pessoas se esmeram a mostrar ao mundo a sua prolix-idade?
Tanta palavra gasta ao desbarato... Inclusivé estas!
Tanta palavra gasta ao desbarato... Inclusivé estas!
quarta-feira, junho 01, 2005
E eis que sucede...
... acordas mas continuas a dormir
... choras até ter vontade de rir
... olhas para trás como sentido único
e não sucede nada... nem o sentido destas palavras aparece...
... choras até ter vontade de rir
... olhas para trás como sentido único
e não sucede nada... nem o sentido destas palavras aparece...
segunda-feira, maio 16, 2005
À volta de pontos
Depois de um tempo que não deixou tempo para nada, eis-me cá, a escrever para mim... Mas não serve de nada achar que escrever não vale a pena, que não não acredito na vida depois da escrita...
Vou continuar por cá e isso é suficiente para continuar a escrever e a ser assim, uma canet@ esvaída na tela... invasora de tela...
Que triste não ter interlocutores...
Vou continuar por cá e isso é suficiente para continuar a escrever e a ser assim, uma canet@ esvaída na tela... invasora de tela...
Que triste não ter interlocutores...
terça-feira, março 22, 2005
ponto de... poesia
Pois é... não ganhei o prémio de poesia! Má sorte??? Talvez não... Poderei ser anónima para o resto dos meus dias, morrer miserável depois de salvar o meu livro a nado... Ah?! Este episódio já aconteceu a outro????
Bom, o prémio Daniel Faria/2005 já era... e nem gosto muito de quem ganhou... Um Rui Costa de quem li algumas coisas na Internet!!! Mas é mesmo assim... Poesia simples parece causar arrepios... Deixo uns versos meus no dia da poesia...
MIGRAÇÃO
um dia também partirei com os pássaros
e saberei que amar-te
terá sido um instinto sazonal
Bom, o prémio Daniel Faria/2005 já era... e nem gosto muito de quem ganhou... Um Rui Costa de quem li algumas coisas na Internet!!! Mas é mesmo assim... Poesia simples parece causar arrepios... Deixo uns versos meus no dia da poesia...
MIGRAÇÃO
um dia também partirei com os pássaros
e saberei que amar-te
terá sido um instinto sazonal
sexta-feira, março 04, 2005
O último nó... desfeito
Pois, a morte é isso e não pode ser de outra maneira... Curam-nos à moderna, mas morremos todos à antiga... Ouvi isto hoje, numa conferência de Lobo Antunes, o médico!
Todos os nós, os mais ligados, os mais cegos, os mais definitivos perdem tudo isso de que parecem feitos... Afinal, todo o nó vivo pode ser desfeito... mesmo que para isso se desfaça o sentimento de proximidade e de preenchimento com que todas as vidas nos surpeendem...
De todos os nós que conheço, este nó, o da vida e o da morte, são de longe os mais surpreendentes! Mas isso não explica a absurdidade do processo...
Todos os nós, os mais ligados, os mais cegos, os mais definitivos perdem tudo isso de que parecem feitos... Afinal, todo o nó vivo pode ser desfeito... mesmo que para isso se desfaça o sentimento de proximidade e de preenchimento com que todas as vidas nos surpeendem...
De todos os nós que conheço, este nó, o da vida e o da morte, são de longe os mais surpreendentes! Mas isso não explica a absurdidade do processo...
domingo, fevereiro 27, 2005
ponto em movimento.............................
Ando histérica com o trabalho... Parece que estou com ele como com um amante... Senão vejamos:
- penso nele em todas as ocasiões
- é impossível abstrair-me dele, mesmo quando dou o corpo à cama
- gostava de voltar ao normal, mas não consigo
- tenho vergonha que descubram que "ando" com ele
O que fazer? Quero terminar esta relação doentia com a tese! Está a minar-me... nem vida pessoal, nem vida social, nem vida nenhuma.
É sábado à noite e estou no trabalho... preparei uma apresentação para segunda-feira, comecei a organização dos anexos da bendita tesa e fiz pesquisa bibliográfica...
É sábado à noite e estou aqui. Só estou. Só.
- penso nele em todas as ocasiões
- é impossível abstrair-me dele, mesmo quando dou o corpo à cama
- gostava de voltar ao normal, mas não consigo
- tenho vergonha que descubram que "ando" com ele
O que fazer? Quero terminar esta relação doentia com a tese! Está a minar-me... nem vida pessoal, nem vida social, nem vida nenhuma.
É sábado à noite e estou no trabalho... preparei uma apresentação para segunda-feira, comecei a organização dos anexos da bendita tesa e fiz pesquisa bibliográfica...
É sábado à noite e estou aqui. Só estou. Só.
domingo, fevereiro 13, 2005
um ponto sem nó
apontar só por apontar... apontar só porque sim...
acordei naqueles dias em que não soube porque acordar... insatisfeita. com aquela sensação de ter tido um pesadelo enorme, com a frustração de uma espécie de quaresma que me atinge sem querer porque tudo é tão raro como a Páscoa... senti frio e pena... olhei para o lado e ELE continuava a dormir, os olhos fechados a tudo, até para mim...
comecei o dia a pensar que devia começar... e isso é mau... começar outra vez... apaixonar-me outra vez... ser infantil e totalmente parva outra vez... só mais uma vez...
levantei-me e fui sentar-me na casa de banho... lugar de conversão pelo frio. volto para a cama por fracasso...
acordei naqueles dias em que não soube porque acordar... insatisfeita. com aquela sensação de ter tido um pesadelo enorme, com a frustração de uma espécie de quaresma que me atinge sem querer porque tudo é tão raro como a Páscoa... senti frio e pena... olhei para o lado e ELE continuava a dormir, os olhos fechados a tudo, até para mim...
comecei o dia a pensar que devia começar... e isso é mau... começar outra vez... apaixonar-me outra vez... ser infantil e totalmente parva outra vez... só mais uma vez...
levantei-me e fui sentar-me na casa de banho... lugar de conversão pelo frio. volto para a cama por fracasso...
quinta-feira, fevereiro 10, 2005
Carnaval... ou cama vale?
Não quero saber se o título faz ou não faz sentido... O Carnaval também não e toda a gente parece gostar dele...
A ideia é que Carnaval e sexo vão muito bem juntos e até parece que fazem parte da mesma mascarada! E nem vou falar do fingimento e da mentira e do faz-de-conta... É lugar comum!
Participei deste Carnaval como quem vai ver uma exposição de pintura... ou um jogo de futebol sem interesse em nenhuma das equipas... Ou até, tendo em conta que passei o Carnaval em Espanha, como quem vai à tourada sem querer saber se ganhará o touro ou o cavalo...
Para o próximo ano, farei o Carnaval da "cama vale", mais interessante e menos dependente de estados...
Saturada??? Eu diria carnavalade...
Vale?
A ideia é que Carnaval e sexo vão muito bem juntos e até parece que fazem parte da mesma mascarada! E nem vou falar do fingimento e da mentira e do faz-de-conta... É lugar comum!
Participei deste Carnaval como quem vai ver uma exposição de pintura... ou um jogo de futebol sem interesse em nenhuma das equipas... Ou até, tendo em conta que passei o Carnaval em Espanha, como quem vai à tourada sem querer saber se ganhará o touro ou o cavalo...
Para o próximo ano, farei o Carnaval da "cama vale", mais interessante e menos dependente de estados...
Saturada??? Eu diria carnavalade...
Vale?
terça-feira, fevereiro 01, 2005
Willkomen, blogófilos interplanetários :)
Um blog de mim para todos, de todos para mim, de todos para todos, como a comunicação deve ser!
Deixem o que quiserem, levem tudo.
Saturem-se ou evaporem, mas não fiquem no mesmo estado...
Deixem o que quiserem, levem tudo.
Saturem-se ou evaporem, mas não fiquem no mesmo estado...
Ponto de saturação
A minha memória está cheia de ti
e essa é a prova que faltava
sobre a saturação do tempo…
e do vaziO
Agora que dei nome à coisa... O que é SA-TU-RA-ÇÃO?
Etimologia....
Metereologia.....
Físicos e químicos de todo o mundo...
HELLLP
Ponto final
Metereologia.....
Físicos e químicos de todo o mundo...
HELLLP
Ponto final
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